Associado Efetivo: Cadeira nº 03 - Patronesse Irmã Maria suzana
Antônio Vicente Vieira, nascido em Miraí, Minas Gerais, aos 10 de julho de 1943. Filho de Sebastião Vieira e Eugênia Cotta Vieira. Em 07 de julho de 1973, caseu-me com Maria Ivone Venturato, ex-aluna, no Santuário Bom Jesus, em celebração presidida pelo Padre Edson Vieira.
Em 1969 iniciou sua carreira de educador. Foi professor no Colégio Nossa Senhora da Piedade, Escola Técnica Industrial General Edmundo Macedo Soares e Silva, Fundação Dom Silvério e seu anexo na Casa de Pedra, Escola Judith Augusta Ferreira, Escola Feliciano Mendes, desde 1969 até 1990, onde iniciou também sua carreira de professor universitário na Faculdade de Direito de Conselheiro Lafaiete, permanecendo até 2015, encerrando sua atuação, devido a um AVC sofrido. De 2003 a 2005 lecionou também na Faculdade de Direito de Barbacena – Universidade Presidente Antonio Carlos (UNIPAC).
No período inicial de Magistério percebeu a importância de continuar seus estudos. Fez primeiramente Filosofia, na Faculdade de Lavras 1970-1973, posteriormente, Pedagogia, na Faculdade Dom Bosco em São João Del Rei, ao concluir, fez Direito, na Faculdade de Direito de Conselheiro Lafaiete de 1975 a 1978, não parando mais. É Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais na Universidade Del Museo Social Argentino, concluido em 2005, onde também deu palestras em seminários de Direito Administrativo, no curso de Doutorado em Direito Penal.
Publicou artigos envolvendo a Arbitragem no Direito Brasileiro, que lhe proporcionou o convite para fazer parte do corpo docente e consultivo do Tribunal Internacional de Conciliación y Arbitraje del Mercosur. Apaixonado pelo Direito Penal, filiou-se à Associação Brasileira de Advogados Criminalistas- ABRACRIM.
Mantem ainda o Escritório de Advocacia, onde conto com a eficiente colaboração da Dra. Beatriz Salatiel Gualberto
Vieira tem três filhos: Andréa, Fernanda e Fabrício. Em 10 de abril de 2025, nasceu seu o primeiro neto: Fabrício Rezende Venturato Vieira, filho de Ellen e Fabrício.
É membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Congonhas, membro da Academia de Ciências, Letras e Artes de Congonhas (ACLAC), Cidadão Honorário de Congonhas e Conselheiro Lafaiete, recebeu a Comenda Antônio Francisco Lisboa, maior honraria de Congonhas, Medalha Desembargador Hélio Costa, concedida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais . Foi Vereador em Congonhas tendo dentro muitos de seus méritos a defesa do território de Congonhas quando a Açominas foi construída e passaria a pertencer a Ouro Branco.