Maria Betania Reis, viúva, nascida em Congonhas/MG, no dia 05/07/1952. Filha de Aristides de Paula Reis e Maria de Almeida Reis. Cursou o curso primário, primeira a quarta séries, na Escola Estadual Barão de Congonhas (anos 60), antigo curso ginasial no Ginásio Clóvis Salgado, 1966 -1970. Cursou Normal, hoje Magistério, na extinta fundação Dom Silvério (1971 -1974); Técnica em Química Têxtil na ETIQ (Escola Técnica de Indústria Química e Têxtil), no Rio de Janeiro (1975-1977); Eletromecânica, na Escola Politécnica Dom Silvério (1985-1987). Entre 1972 a 1974, trabalhou como balconista na Loja de souvenir “O Artesão” e Restaurante “Cova do Daniel”, ambos de propriedade do casal Paschoal e Onésima Vartuli. Foi professora substituta de Física, Química e Ciências, no Colégio Nossa Senhora da Piedade, na Escola Estadual de São Brás do Suaçuí, e no Colégio Nossa Senhora das Brotas, em Entre Rios de Minas. Foi estagiária de Química na FERTECO MINERAÇÃO S/A, em 1980. Secretária Paroquial, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, de Congonhas, de 1979 a 1985. Técnico-químico no laboratório de análise química de minério, da FERTECO MINERAÇÃO S/A, de 1988 a 1991, quando se afastou devido à cirurgia de coluna mal-sucedida, sendo, posteriormente, aposentada por invalidez. Foi, ainda, Secretária Escolar na Politécnica Municipal Dom Silvério, de 1992 a 1994. Como secretária-voluntária paroquial, realizou pesquisa histórica sobre a origem e expansão da religiosidade em Congonhas. Pela vastidão de assuntos, esse trabalho se tornou um manual de informação. Em breve, esse livro, que já está no prelo, será publicado pela Gráfica Dom Viçoso, da Arquidiocese de Mariana. Foi idealizadora do “TRIBUTO À DOM SILVÉRIO”, evento que se tornou anual, cujo objetivo principal é resgatar, homenagear e resguardar a memória, exemplo e valor do legado de nosso mais ilustre conterrâneo, Dom Silvério Gomes Pimenta. Desse trabalho resultou um arsenal de informações. Realizou, ainda, um trabalho histórico no qual descreve todo o acervo patrimonial e cultural das Igrejas Rosário e Nossa Senhora da Conceição, outro estudo sobre a história da origem das celebrações da Semana Santa, e um breve relato sobre a Arquidiocese de Mariana. Em 2022 lançou o livro A “A fé na formação de Congonhas e região”. Atualmente, é flautista da Orquestra Jovem Municipal, dom que desenvolveu como autodidata. E dedica-se a pesquisas sobre a história do catolicismo em Congonhas.